Azáfama; grande atividade; agitação; rebuliço.

02
Jun 09

 

Até ao momento a Campanha Eleitoral para as Eleições Europeias do próximo dia 7 de Junho não tem sido especialmente entusiasmante. Acho que a maior parte das pessoas está a passar ao lado destas iniciativas e os jovens duvido que estejam minimamente motivados.

 

A maioria dos partidos políticos só falam de assuntos nacionais. Os temas europeus como a imigração, as energias, o ambiente, a igualdade de género, a segurança, o combate ao terrorismo, as alterações climáticas, o combate à corrupção/offshores e sobretudo o emprego têm estado fora da agenda desta campanha política.

 

Cada vez mais, a Europa tem importância directa na vida do dia à dia dos cidadãos. As directivas e legislação europeia que se sobrepoõem a leis nacionais dos Estados-Nação é maior. A escala de respostas integradas à escala europeia é grande, seja na segurança, na agricultura, nas pescas, no trabalho, na defesa dos consumidores, regras ambientais, etc.

 

As sondagens apontam para uma vitória do PS mas verifica-se um empate técnico com o PSD. A esquerda se quer ganhar tem de se mobilizar no domingo, caso contrário vai ter de gramar mais José Manuel Barroso e as políticas neo-liberais que este representa com os actuais resultados desastrosos a falar por si.

 

Em Aguiar passou no passado fim-de-semana a campanha da CDU para um almoço. Diz quem lá esteve que não passou de um fogacho. Mas ainda assim regista-se a presença da cabeça de lista ao Parlamento Europeu nesta pequena vila alentejana, depois do Primeiro-Ministro à menos de duas semanas ter inaugurado um equipamento de cuidados continuados em Aguiar.

 

Sabemos que o Alentejo vai ser representado, Capoulas Santos vai certamente ser eleito eurodeputado. Também Maria da Graça Carvalho tem algumas ligações ao Alentejo, nem que seja pelo nascimento. Espera-se pois que estes possa defender convictamente os produtos alentejanos, a agricultura alentejana, as pescas, as paisagens e os alentejan@s, seja os do litoral ou da raia, do norte ou sul. A

Podemos legitimamente questionar porque é que o Alentejo ocupando quase 1/3 do território de Portugal Continental não tem mais eurodeputados em lugares elegíveis?

 

Na minha opinião, o principal adversário das eleições europeias vai ser a abstenção, calcula-se em cerca de 70%, este é o principal inimigo. Todos os cidadãos têm o direito e o dever de votar. O eleitores votam no local de residência. Vamos tod@s votar para evitar que outr@s escolham por nós. O pior que poderia acontecer seria os totalitarismos de esquerda ou direita avançarem neste período conturbado.  

 

Aqui pode ler o que escrevi neste blog sobre a Europa. 

publicado por polvorosa às 14:49
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27
Abr 09

 

Finalmente foi anunciado o candidato do PSD para as eleições europeias. A escolha recaiu em Paulo Rangel. Depois de tantos nomes e expectativas muito elevadas, a conclusão é que a montanha pariu um rato. Rangel é um bom deputado, até agora estava a ser um bom líder parlamentar, mas daí a ser cabeça de lista para o Parlamento Europeu vai um grande salto e exige uma estaleca que Rangel ainda não tem.

Os principais erros do PSD: demorou muito tempo a escolher o candidato; o cartaz da verdade da Dr.ª Ferreira Leite é uma aberração de marketing político; correu com todos os actuais eurodeputados com excepção do Dr. Carlos Coelho quando se sabe que é um cargo que exige um período de adaptação; a negociação dos lugares das listas onde se incluem mulheres afim de garantir as quotas para depois as retirarem das listas para incluir o representante do PSD Madeira; a divisão interna do PSD na formulação das listas onde o Dr. Rui Rio foi das faces mais contestatárias, provavelmente estará já a preparar o seu caminho para a liderança; a escolha dos candidatos a eurodeputados com o braço no ar, a fazer lembrar o pior do comunismo.

 

Erros do PS: Vital Moreira passa mal na televisão e nos dois primeiros debates teve algumas dificuldades em passar a sua mensagem, de resto foram péssimos debates, nenhum telespectador saiu esclarecido; a Dr.ª Elisa Ferreira e Dr.ª Ana Gomes se querem ser Presidentes da Câmara do Porto e de Sintra respectivamente, não têm nada que estar naquela lista ao Parlamento Europeu.

 

No geral, a maior parte dos partidos foram buscar demasiadas pessoas ligadas aos próprios partidos políticos, ainda este fim-de-semana o Expresso trazia uma sondagem onde estava preto no branco que 77% dos portugueses não se revêm nos partidos políticos, assim a estratégia para evitar a previsível taxa de abstenção de 70% era colocar mais cidadãos independentes nas listas e fazer uma campanha pela positiva sobre questões europeias. Perdeu-se assim uma boa oportunidade para promover mais participação dos cidadãos e de cimentar uma velha Revolução com 35 anos que qualquer dia não terá qualquer valor para a maior parte das pessoas deste admirável mundo novo.

publicado por polvorosa às 17:43
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09
Abr 09

 

Em Évora estão cartazes com a cara da Dr.ª Ferreira Leite em tudo o que é rotunda. Será que alguém explica à actual Presidente que as eleições que há daqui a menos de dois meses são eleições para o Parlamento Europeu e não mais que isso. Nesta fase o PSD devia sim apresentar um candidato e uma lista ao Parlamento Europeu, debater ideias sobre a Europa, formular um Programa Eleitoral participado para se apresentar de forma construtiva aos portugueses.

 

Estou de acordo com o Professor Vital Moreira, se os socialistas europeus ganharem as eleições devem escolher o próximo presidente da Comissão Europeia. O Eng.º Sócrates quer ter por perto o tipo do "porreiro pá", mas esquece-se que na política não conta só o "nacional porreirismo", mais importante que isso são as ideias, os pressupostos ideológicos e o pensamento político, neste sentido é preferível ter neste posto estratégico alguém com quem os socialistas se identifiquem profundamente. Claro que ter um português à frente da Comissão Europeia não deixa de ter alguns aspectos positivos, mas o essencial são as políticas e a linha ideológica, até porque há portugueses e portugueses. 

O Dr. Durão Barroso tem cometido erros demasiado grosseiros para passar incólume, senão vejamos: o impasse e embrulhada do Tratado de Lisboa; o apoio ao neoliberalismo económico, a liberalização dos serviços públicos, a Cimeira das Lages que conduziu à Guerra do Iraque, a falha na regulação dos mercados com a consequente crise financeira e económica, os grandes problemas sociais na Europa onde o desemprego aparece como o mais importante.

Barroso teve o seu tempo, agora devia haver mudança de página e dar oportunidade à esquerda para encontrar soluções actuais para os grandes desafios europeus e mundiais.

 

Silvio Berlusconi não dá uma para a caixa. Primeiro foi a rainha a mandar calá-lo na Cimeira do G20 em Londres porque já não suportava a sua falta de educação; a seguir falhou a fotografia de família e deixou Angela Merkel pendurada na Alemanha, furou os protocolos todos para estar a falar ao telemóvel; e agora para as vítimas do sismo em Itália disse para fingirem que estavam a passar um fim-de-semana no parque de campismo, é preciso ter lata! Do que é que os italianos estão à espera para mandar um sapato a este sujeito?

publicado por polvorosa às 17:48

05
Mar 09

 

 

Hoje circula a notícia de que os eurodeputados portugueses vão passar a ganhar o dobro do que auferem actualmente. Entre os eurodeputados dos vários países vai passar a existir um vencimento único.  Os portugueses passam de 3815 euros para os 7665 brutos, sem contar com os outros subsídios.

Ouvimos falar tanto na crise, vemos tantas situações de dificuldades de emprego, habitação e alimentação, que não é possível compreender um aumento salarial destes numa época tão turbulenta como esta. Não estou contra o aumento dos salários, deviam ser generalizados aos vários sectores de emprego, mas nesta altura de crise económica e a políticos, discordo.

O argumento é que é necessário uniformizar os salários entre todos os eurodeputados dos diferentes países que até aqui tinham uma tabela salarial própria. Pois assim abre-se um precedente, também devíamos ter os pedreiros, jardineiros, camionistas, electricistas, calceteiros, canalizadores, torneiros mecânicos, pescadores, agricultores e outros trabalhadores a receber o mesmo que ganha um holandês, finlandês, sueco ou luxemburguês e sabemos bem como isso não vai acontecer aqui tão cedo.

Privilégios de quem devia dar um melhor exemplo. 

publicado por polvorosa às 17:45
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16
Fev 09

Aproximam-se as eleições europeias. Já se conhecem alguns candidatos. A CDU vai apresentar Ilda Figueiredo como cabeça de lista; o Bloco de Esquerda tem Miguel Portas; o MEP - Melhor é Possível dá oportunidade a Laurinda Alves.

Fala-se no nome de Marques Mendes para cabeça de lista do PSD e de Luís Amado do PS. Posto isto, já se percebe como as eleições europeias são sempre encaradas como o parente pobre do ciclo eleitoral português. De um modo geral, espera-se que o PS seja penalizado nestas eleições, independentemente de concordarmos ou não, é provável que seja castigado por um referendo ao Tratado Europeu que ficou por fazer, pela adopção de políticas liberais desta Comissão Europeia e pelo aumento do desemprego no espaço económico europeu.
 
Seria bom o povo não confundir alhos com bugalhos e decidir de entre as propostas dos partidos políticos a lista de candidatos mais fortes e aqueles que podem contribuir para a alternativa de políticas económicas, de segurança e defesa, sociais, culturais e educacionais. Vamos esperar para ver todos os candidatos, mas quase de certeza que vamos ter mais do mesmo, nomes e programas. Por norma, os partidos políticos portugueses não se conseguem renovar internamente e têm dificuldade em diferenciar-se entre si porque todos querem chegar ao chamado "centrão". É pena porque ficamos todos ainda mais confusos, com menor clarividência na distinção da diferença entre ideias propostas por partidos políticos nacionais.     
publicado por polvorosa às 18:19
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14
Dez 08

 

Atenas continua a ferro e fogo. Uma semana da polícia ter morto um jovem com 15 anos, a juventude mas também outros sectores da sociedade ateniense está na rua em polvorosa. O governo de centro-direita está a privatizar grande parte dos serviços públicos, a crise económica afecta também inevitavelmente a Grécia e a grande questão prende-se com a falta de oportunidades para os jovens, à semelhança do que se passa no nosso país, dificuldades em encontrar emprego, mesmo depois da formação concluída, problemas em suportar habitação própria e ameaças na constituição de família. Pouco mais lhes resta senão ir para a rua, sem esperança, descrentes num melhor futuro, enraivecidos pela morte trágica de um jovem pela polícia, culpam o governo grego, mais não resta a não ser o pedido de demissão. Até ao momento foram provocados mil milhões de euros em prejuízos, em carros destruídos, habitações, estabelecimentos de serviços e comércio.  

 
Agora, a questão é mais profunda do que isto, existe a nível europeu, Portugal incluído, um profundo e crescente mal-estar com a inquietações dos jovens face a um presente difícil e um futuro sombrio. Ainda assim, como hoje muito bem lembrava José Cutileiro, a Europa continua a ser dos melhores sítios para viver neste mundo tão problemático.
 
Ainda assim, não fazia mal aos governantes dar oportunidade aos jovens de participarem na construção de uma sociedade mais justa, honesta e com valores mais fraternos, enquanto continuarmos a assistir à corrupção, à ganância, à promiscuidade de negócios poucos claros e ligações pouco claras entre economia e política, estaremos a espetar mais um prego no caixão do sistema democrático. E isto passa-se em muitos locais, desde Atenas até a uma escala mais local e isso não augura nada bom.     
publicado por polvorosa às 23:52
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12
Ago 08

 

Morreu o escritor Alexander Soljenítsin (1918-2008), este escritor foi o autor entre outras obras de "Um Dia na vida de Ivan Denisovich"(1962) e "Arquipálago Gulag" (1973-1978) que denunciou os campos de concentração na antiga União Soviética de Estaline para presos políticos e dissidentes. Contabilizaram-se cerca de 56 milhões de mortos do regime soviético nestes campos, realmente isto dá muito que pensar e incita à leitura. Mas na verdade, a vida tem muitas contradições, é incrivel como é que um autor daquele calibre, prémio Nobel, tal qual foi capaz de denunciar o regime soviético de Estaline, deu apoio à política de Vladimir Putin e ao seu regime belicista, a vida dá mesmo muitas voltas.  

 
A Guerra está aí, cheira a pólvora, A Rússia e a Geórgia querem ter no seu território a Ossétia do Sul, esta República tem cerca de 70.000 habitantes, é apoiada por Moscovo e independente desde a queda da URSS em 1991. É provável que o conflito alastre a outros países e zonas da região. A Geórgia tem 4.4 milhões de habitantes enquanto a Rússia tem 152 milhões de habitantes e 17.075.200 Km2. O que pode levar o pequeno David a enfrentar este Golias? Talvez as costas quentes, ter alguns países importantes a apoiar e lá no fundo ser um testa de ferro.   
 Até agora, a Geórgia para já abateu dois aviões russos, os russos sofreram 18 mortos e 52 feridos. Os impactes até agora são mais de 2000 mortos civis, afundaram um lança misséis georgiano, alguns desalojados, a capital Tbilissi à beira da destruição. A Geórgia já deu tréguas, mas isso parece não ser suficiente para o regime bélico russo parar a máquina de guerra.
 A O.N.U. continua sem meios de acabar com este tipo de agressões e invasões imperialistas com consequências humanitárias trágicas, é lamentável como em situações extremas uma organização deste calibre tenha mais fama do que proveito e se revele totalmente incapaz para a resolução destas questões. Também a União Europeia marcou uma reunião para discutir a situação vivida na Ossétia do Sul, vamos ver a (in)capacidade para fazer parte de uma solução, para já tentam negociar um documento que interesse a ambas as partes, tarefa muito difícil.
Depois dos E.U.A. terem invadido unilateralmente, ao arrepio das leis internacionais, sem mandato da O.N.U. o Iraque com as consequências catastróficas que sabemos, depois de conjuntamente com a Europa apoiarem a independência do Kosovo, pergunto qual a ética e a moral para condenar aquelas práticas militares, é caso para dizer "assim prega Frei Tomás, faz como ele diz, não faças como ele faz".
A questão estratégica dos E.U.A. tem a ver com duas coisas: por um lado, conseguir mais aliados nas repúblicas fronteiras com a Rússia, por outro tentar isolar os russos no plano das negociações internacionais. Qualquer dia quem sabe, os EUA têm um sistema de mísseis em redor de toda a Rússia, para já a República Checa, Polónia, Turquia entre outros vão ajudando a fazer a festa americana no leste europeu.
 Ontem foi bonito de ver nos Jogos Olímpicos atletas da Rússia e da Geórgia abraçarem-se e dar um sinal de paz para o Mundo. Mas como já vimos, os Jogos Olímpicos de Pequim 2008 tudo fazem para tentar passar a imagem de um mundo perfeito e harmonioso mesmo que saibamos não ser essa a realidade cá fora.
Em síntese, E.U.A. e Rússia não são para mim o bom nem o mau da fita, nem vice-versa, são tão só dois impérios em decadência, habituados a meter medo de alto do seu pedestral internacional e a obter o respeitinho de todo o outro mundo através do uso da sua força militar. A verdade é que o mapa geopolítico internacional está a sofrer mutações e temos de nos preparar para a ascensão de outros grandes impérios como a China e outros países asiáticos, é uma questão de tempo, resta saber quando e isso também não é tranquilizador.
publicado por polvorosa às 00:05
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01
Jul 08

O Tratado de Lisboa após reprovação no Referendo na Irlanda encontra-se agora numa fase crítica. Os Irlandeses chumbaram legitimamente o Tratado de Lisboa. De resto, já a França e a Holanda tinham chumbado o Tratado Constitucional, tal facto, foi suficiente para um grande celeuma europeu e a Constituição foi revista de modo a torná-la num Tratado Simplificado para evitar Referendos. Não é legítimo estar a fazer crer que o problema disto é a Irlanda, nem fazer desta o bode expiatório para os problemas associados ao Tratado, convenhamos a Irlanda não é um problema, é uma solução. Convém não esquecer que a Irlanda foi durante muito tempo um bom aluno da União Europeia, os indicadores de progresso e de desenvolvimento deste país falam por si. Não foi a Irlanda que causou o problema, quem criou as dificuldades foi o directório europeu ao querer instituir o Tratado a todo o custo e ao aumentar as diferenças entre os povos e nações, exactamente o inverso do que seria desejável, a maior parte dos países, como é óbvio não perdoam esta questão porque perdem legitimidade, soberania e são afastados do processo de tomada de decisão em prol de grandes países como a França e a Alemanha.

Também de Leste sopram ventos de tempestade, por exemplo, a Polónia, cujo Estado remonta a 966, tem cerca de 38,5 milhões de habitantes está tentar impedir que este Tratado avance. Com efeito, o Presidente Lech Kaczynski disse que este Tratado estava ferido de morte e após ratificação pelo seu próprio Parlamento Nacional recusa-se a assinar o seu reconhecimento.
Durão Barroso e os eurocêntricos de Bruxelas não conseguem entender a Cidadania na sua plenitude, liberdade e direitos dos povos, não estão habituados. Habituem-se porque só assim os processos são legítimos, transparentes e participativos. 
Hoje inicia-se a presidência francesa da União Europeia, as grandes prioridades desta são: a energia, alterações climáticas, imigração e defesa. È uma presidência difícil, num momento particularmente complicado com as crises energéticas, alimentar, imobiliária e ambiental, espero que possam ser dados pequenos passos, mas passos seguros para melhorar a vida dos europeus e dos portugueses em particular. 
 
publicado por polvorosa às 19:39
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17
Jun 08

O Tratado Reformador da União Europeia foi chumbado em referendo na Irlanda. Pois não constituiu para mim uma grande surpresa porque os europeus já haviam demonstrado não querer aquele instrumento legal. Na altura, o Tratado Constitucional já havia sido reprovado em referendo na França e na Holanda, depos disso os burocratas de Bruxelas entenderam reformular alguns aspectos, mas há algumas conclusões a retirar.

A primeira que os povos querem participar e envolver-se nos processos de tomada de decisão e na construção de soluções para as nações e para a Europa.

A segunda, em tempo de crise, os povos desconfiam de alguma incapacidade dos eleitos para melhorar a situação nos aspectos económicos e sociais através de um progresso e melhoria na qualidade de vida dos europeus, cometendo o pecado de confundir alhos com bugalhos.

Em terceiro, os europeus entenderam que não basta haver um crescimento económico se este não é acompanhado por uma igualdade de rendimentos entre trabalhadores e na diminuição da pobreza e do desemprego. A Europa deve ser da segurança, não só da flexibilidade e de liberalização, não se compreende como Portugal consegue ser um país mais desigual do que os EUA e ao mesmo tempo haver políticos hipócritas a falar no modelo social europeu, só se for para outros, para os nórdicos por exemplo, no nosso país nem cheirá-lo.

Finalmente, os europeus estão fartos de ter de aturar políticos fanáticos como Barroso, Blair e Solana, para quê arranjar mais um cargo, neste caso assumiria a função de uma espécie de Ministro dos Negócios Estrangeiros, numa situação similar à invasão do Iraque podemos desconfiar de qual seria a decisão encontrada por estes ilustres... mais do mesmo? Não, obrigado. 

publicado por polvorosa às 23:18
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