Azáfama; grande atividade; agitação; rebuliço.

28
Jun 12

Autarcas de diversos pontos do país estão a concentrar-se no Terreiro do Paço, Lisboa, contestando o projeto de novo mapa judiciário que prevê o encerramento de 54 tribunais.

 

A concentração que está neste momento a ter início junto ao Ministério do Trabalho, Terreiro do Paço, foi convocada pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) para contestar o projeto de novo mapa judiciário que prevê o encerramento de 54 tribunais.

"Não é aceitável continuarmos a assistir ao deslocar constante de serviços essenciais para as populações, deixando para trás parte de Portugal e um grande número de portugueses", refere um documento da ANMP.

Viseu, Vila Real, Bragança e Guarda são os distritos mais afectados pelo encerramento de tribunais. Segundo a ANMP, os tribunais a extinguir têm custos de funcionamento residuais.

 
Autarcas indignados com ministra

A associação manifesta a sua concordância com a racionalização dos serviços públicos, desde que "não coloque em causa os direitos dos cidadãos e o equilíbrio e coesão territoriais", acrescentando que "as propostas de revisão da organização judiciária não podem nem devem constituir mais um fator determinante para despovoamento das zonas menos populosas do país".

ANMP mostra-se indignada e considera inadmissível que a ministra da Justiça tenha apresentado o projeto sem discussão prévia com os eleitos locais, o que qualifica como uma "desconsideração".

Durante a concentração de hoje, uma delegação da ANMP irá entregar um documento no Ministério da Justiça contestando o novo mapa que consideram "alimentar assimetrias e prejudicar as economias locais".

O presidente da ANMP, Fernando Ruas, encontra-se em Bruxelas e não participa na concentração de hoje.

 

Ler mais no Expresso.

publicado por polvorosa às 23:15
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25
Jun 12

O Regulamento Municipal do Banco de Manuais Escolares entrou em vigor no passado dia 21 de maio. A missão é criar  condições, sensibilizar e envolver toda a comunidade, nomeadamente os professores , alunos, pais e encarregados de educação, para a necessidade de reutilização de manuais escolares usados, e potenciar boas práticas de responsabilidade social e ambiental.

 

 

O que é o Banco de Manuais Escolares (BME)
É um projeto que conta com todos/as e se baseia nos conceitos de solidariedade e rentabilização de recursos que o Município de Viana do Alentejo, se propõe levar a cabo em cooperação com as bibliotecas  do concelho, Agrupamentos de Escolas, Associação de Pais, Juntas de Freguesia e as famílias e visa encorajar e proporcionar aos munícipes a reutilização dos manuais escolares.
Ofereça os manuais escolares de que já não precisa.

Objetivos
- melhorar os rendimentos familiares através de poupança das famílias, pais e encarregados de educação;
- afirmar perspetivas ecológicas através de contributo para um melhor ambiente, fazendo uma gestão mais proveitosa do papel;
- promover atitudes de cooperação e solidariedade entre as pessoas e evitar o desperdício;
- facilitar a disponibilização e o acesso a recursos documentais para o ensino das crianças e jovens;
- criar nos alunos o respeito pelo livro.

 

Quando
Os interessados em doar e/ou solicitar manuais escolares devem inscrever-se no Banco de Manuais Escolares em julho.

 

Onde
Os locais onde é possível doar e/ou solicitar manuais escolares do BME são os seguintes: 
- Bibliotecas do Concelho de Viana do Alentejo;
- Câmara Municipal de Viana do Alentejo.

 

Como
Para doar e/ou solicitar manuais escolares, é necessário o preenchimento do formulário próprio disponível nos locais indicados.

 

Visto na página eletrónica do Município de Viana do Alentejo.

publicado por polvorosa às 22:38

22
Jun 12
Os Bancos Alimentares contra a Fome (BA) conseguiram angariar, nos primeiros cinco meses do ano, cerca de 130 mil euros provenientes da recolha de mais de mil toneladas de papel, no âmbito da campanha “Papel por Alimentos”.
 
 
A presidente da Federação dos Bancos Alimentares revelou que, entre Janeiro e Maio, foram recolhidos 1.291.368 quilos de papel entre os 17 Bancos Alimentares, de norte a sul do país.

“Isto significa que este montante vai agora ser convertido em 129 mil euros de produtos alimentares”, disse Isabel Jonet.

De acordo com a responsável, os produtos alimentares escolhidos são o leite, o atum e as salsichas, indo haver agora lugar a concursos de aquisição daqueles alimentos.

“É muito para lá daquilo que eu podia alguma vez prever”, admitiu a presidente da Federação de Bancos Alimentares.

Dados estatísticos dos Bancos Alimentares revelam que o volume recolhido de papel foi crescendo mês a mês, com 115.038 quilos conseguidos em Janeiro, 177.592 quilos em Fevereiro ou 272.650 quilos em Março.

Já em Abril, o valor total de quilos de papel cresceu 225% comparativamente ao mês anterior, atingindo os 886.193 quilos e, em maio, mais 45%, chegando aos 1.291.368 quilos.

Do total do BA, o que mais conseguiu recolher papel foi o de Lisboa, que, só no último mês, recebeu quase 107 mil quilos.

Na opinião de Isabel Jonet, uma das principais vantagens desta campanha foi o estreitamento de relações de solidariedade locais, já que muitas empresas iam directamente levar o papel às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) da sua zona.

“O que se fez foi levar pessoas à instituição e, muitas vezes, as pessoas passaram a ter conhecimento até daquilo que se fazia na instituição e puderam levar também outro tipo de apoios, como roupa, por exemplo. O que se fez foi suscitar uma melhor interacção entre as necessidades mais locais”, sublinhou.

A campanha “Papel por Alimentos” arrancou a 23 de Dezembro com o objectivo de angariar papel que depois fosse reciclado e permitisse uma receita em dinheiro, já que a empresa de reciclagem Quima paga cem euros por cada tonelada de papel angariado.

visto no jornal Público.
publicado por polvorosa às 22:58

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