Azáfama; grande atividade; agitação; rebuliço.

28
Abr 10

 

 

publicado por polvorosa às 23:26
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publicado por polvorosa às 23:11
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publicado por polvorosa às 23:09
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27
Abr 10

Senhor Presidente da CMVA
Senhores Vereadores
Restantes Autarcas
Senhora Representante do Governo Civil
Senhores Representantes de Entidades Convidadas
Estimados Munícipes
Minhas Senhoras e Meus Senhores


Falar do 25 de Abril implica falar de um sentimento. Mais, implica transmitir e partilhar esse sentimento inestimável que foi conquistado nesse dia: a LIBERDADE (liberdade de pensamento, liberdade de expressão, liberdade de acção).


Devo dizer-vos que falar sobre o 25 de Abril é uma experiência que vivo sempre com muita emoção… porque me remete para recordações de um tempo que marcou, e continuará a marcar, gerações.


Gosto, especialmente, de partilhar essas recordações com as novas gerações. E sempre que surge a oportunidade, aproveito-a. Pois o 25 de Abril é importante demais para poder ser esquecido.

 

Para os jovens de hoje (e de amanhã), porque não vivenciaram a designada REVOLUÇÃO DOS CRAVOS, feita sem derramamento de sangue, por jovens oficiais da altura, admito que seja natural a dificuldade em imaginarem o que era viver neste Portugal de há 36 anos:
- Onde era rara a família que não tinha alguém a combater em África (o serviço militar era obrigatório e durava 4 anos);
- Onde a expressão pública de opiniões contra o regime e contra a guerra era severamente reprimida;
- Onde os partidos eram proibidos e as prisões políticas estavam cheias;
- Onde a greve era interdita;
- Onde o poder autárquico democrático não existia.

 

Há 36 anos Portugal era um país anacrónico: último império colonial do mundo Ocidental, com condenações sucessivas nas Nações Unidas.

 

Por isso, nunca é demais fazer lembrar Abril. E sempre que posso faço-o, mas procurando sempre transmitir 3 ideias-força:
- A defesa da LIBERDADE;
- O respeito pelas DIFERENÇAS;
- O sentido de RESPONSABILIDADE.


LIBERDADE é ser livre, mas também RESPEITAR quem nos rodeia (quem é diferente), é também ser RESPEITADO… por se ter sentido de RESPONSABILIDADE.


Hoje, ouço constantemente dizer QUE OS TEMPOS ESTÃO DIFÍCEIS.
Concordo!
Hoje ouço constantemente dizer TEMOS DE FAZER MUITOS SACRIFÍCIOS.
Concordo!
Hoje ouço constantemente dizer QUE NÃO HÁ DINHEIRO.
E não há! … Ou há pouco… pelo menos para a maioria das pessoas.
Concordo com tudo isto.
Mas recuso-me à resignação!

 

Sou REALISTA mas NÃO sou PESSIMISTA!
A situação actual é difícil. Sem dúvida! Mas considero-a conjuntural.
Ou seja, resulta de problemas específicos de uma crise financeira mundial concreta, com impactos, obviamente, na globalidade da economia portuguesa e, consequentemente, nas economias regionais, incluindo naturalmente o Alentejo e o nosso Concelho.
Mas, se conseguimos sair de uma situação de subdesenvolvimento estrutural, como era aquela que se vivia em Portugal antes do 25 de Abril, então tenho a esperança, tenho a certeza que, também pelos efeitos da globalização, sairemos mais rapidamente desta crise conjuntural.
É importante ter presente que, do mesmo modo que os efeitos negativos da globalização se multiplicam rapidamente por todo o mundo, também os seus efeitos positivos são rápidos globalmente.

Hoje esta dimensão de interdependência das economias é mais viva e mais rápida, nos seus efeitos positivos e negativos, seja para trazer as tempestades das crises económicas internacionais, seja para trazer também a bonança que se segue a essas tempestades.
Hoje, ao contrário do que sucedia antigamente, convém ter presente que o que acontece, por exemplo, num banco de investimento americano ou numa decisão do governo chinês afecta a qualidade de vida de quem possa estar em Chaves, em Angra do Heroísmo, em Freixo de Espada à Cinta ou em qualquer outra localidade portuguesa… incluindo, obviamente, as do Concelho de Viana.

 

É por isso que, neste contexto, a almofada da Europa é para Portugal uma segurança importante. Se não estivéssemos na UE e na moeda única, estaríamos novamente “orgulhosamente sós”… como antigamente… antes do 25 de Abril. E aí sim, seria efectivamente a catástrofe.
Mas… quanto à almofada da Europa… ela não deve ser utilizada para dormir, mas sim para reflectir rapidamente sobre aquilo que deve ser feito em cada momento … e fazê-lo!

 

No caso concreto do poder local, uma nova geração de desafios e de prioridades se lhe colocam. Passada a fase dos desafios primários, ou de primeira geração, relacionados com o desenvolvimento das infra-estruturas básicas (abastecimento de água e energia eléctrica, redes de esgotos, tratamento de resíduos, arruamentos…), prioridades como a utilização de energias alternativas nos equipamentos públicos, a banda larga, a organização e modernização administrativa, a reengenharia de procedimentos e de novos processos de trabalho, a formação, são os temas, os desafios de segunda geração ao nível da administração local… mas que não são tão novos assim, pois já de há uns anos a esta parte que muitas autarquias portuguesas lhe têm vindo a dedicar especial atenção.

Nestes aspectos a Autarquia de Viana permaneceu praticamente imóvel, acumulando um atraso considerável em relação a muitas outras, mesmo da região do Alentejo.


Por isso, este novo elenco de autarcas tem um mandato pela frente que envolve a resposta a dois grandes conjuntos de desafios:
- Preparar as designadas estruturas de segunda geração;
- Completar e Renovar infra-estruturas básicas de primeira geração.

 

Tudo isto num contexto de crise económica mundial e numa instituição, como é a CMVA, que no estado em que nos foi transmitida revelava graves debilidades em termos de Estrutura Organizacional.

 

Estes 6 meses de mandato foram dedicados, quase exclusivamente, aos aspectos de Organização Interna, pois sabemos que estes aspectos são a base de sustentação para uma Gestão eficiente. Sabemos que nenhuma empresa ou instituição tem viabilidade sem que a sua vertente Organizativa esteja estabilizada. Por isso lhe damos bastante atenção.


Gostaríamos de andar mais rápido (é verdade), mas com o estado de Organização que encontrámos é impossível. Há que preparar bem o primeiro pilar: a Estrutura Organizacional da Câmara.

Como não podia deixar de ser, ao mesmo tempo, este executivo está a preparar o futuro do Município. Nomeadamente a corrigir alguns projectos deixados do anterior executivo e a trabalhar na elaboração de novos projectos. Quanto a este último aspecto importa realçar a recente candidatura conjunta, com outros Municípios do Distrito de Évora, à Rede de Equipamentos Culturais e a estreita relação existente com a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, entidade com funções reforçadas no âmbito da promoção da execução dos Investimentos de Iniciativa Municipal no âmbito do QREN 2007-2013.

Em suma… este executivo está a fazer exactamente aquilo a que se comprometeu: trabalho, trabalho e mais trabalho… mas trabalho bem feito, com método e coerência. Trabalho eficiente!


Que a seu tempo dará os seus frutos no terreno.


Estamos a subir degrau a degrau, olhando sempre para o degrau da frente, mas não perdendo de vista a perspectiva global da escada.
Lembramos que o mandato é de 4 anos, e é no fim que se fazem as avaliações.


E essas avaliações caberão novamente a todos vós.


É assim que funciona a democracia… por muito que custe a alguns.


E porque este novo executivo e o seu projecto já foram acusados de OUSADOS, despeço-me com uma citação de FERNANDO PESSOA:
“Tudo é ousado para quem a nada se atreve”


Termino a reafirmar aquilo que disse na minha primeira intervenção pública em Alcáçovas, no dia 5 de Julho de 2009:
“Esta equipa tem uma LIDERANÇA empreendedora, com VISÃO estratégica e CAPACIDADE de concretização”.

 

CONTINUEM A ACREDITAR!!!


… POR ISSO OUSÁMOS.


Muito obrigado a todos.


VIVA O 25 DE ABRIL

 

António Sousa

publicado por polvorosa às 13:59
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26
Abr 10

 

Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Viana do Alentejo

Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal

Ex.mas Senhoras e Senhores representantes dos Partidos Políticos com assento nos Órgãos deste Município, Partido Socialista, Partido Comunista e Partido Social Democrata

Ex.ma Senhora Representante da Senhora Governadora Civil

Ex.mas Senhoras e Senhores Representantes do Movimento Associativo do Concelho de Viana do Alentejo

Minhas Senhoras e meus Senhores


Confesso que ao preparar esta minha intervenção, sobre o 25 de Abril de 1974, tive alguma dificuldade no seu início porque as ideias surgiam mas considerando-as repetitivas, acabava por as abandonar.

Lembrei-me então de iniciá-la prestando uma pequena homenagem a um dos resistentes antifascistas, um símbolo vivo da resistência à ditadura Salazarista e meu camarada de partido.

Refiro-me a Manuel Alegre.

É deste modo retirando da Obra Poética I deste meu camarada que inicio a minha intervenção lendo (não vou declamar) o poema Liberdade.


Sobre esta página escrevo

Teu nome que no peito trago escrito

Laranja verde limão

Amargo e doce o teu nome

Sobre esta página escrevo

O teu nome de muitos nomes feito

Água e fogo lenha vento

Primavera pátria exílio.


Teu nome onde exilado habito e canto

Mais do que nome: navio

Onde já fui marinheiro

Naufragado no teu nome

Sobre esta pagina escrevo

O teu nome: tempestade.

E mais do que nome: sangue.

Amor e morte. Navio.


Esta chama ateada no meu peito

Por quem morro por quem vivo

Este nome rosa e cardo

Por quem livre sou cativo.


Sobre esta página escrevo

O teu nome: Liberdade.

 

Liberdade e Democracia dois dos valores fundamentais da Humanidade que nos foram restituídos no 25 de Abril de 1974, pelos Capitães de Abril.

 

A Revolução dos Cravos libertou Portugal de uma ditadura Fascista/Salazarista que nos oprimiu durante 48 anos e abriu caminho ao progresso e desenvolvimento deste País.

Foi também esta Revolução sem sangue que acabou uma guerra injusta e que possibilitou a independência das ditas “Províncias Ultramarinas”. Timor foi a excepção e por ele lutámos mais tarde com o espírito que Abril nos deu.

A entrada de Portugal na Comunidade Europeia é sem dúvida o momento decisivo que havia de transformar este País no Portugal moderno que muito nos encheu de orgulho.


Hoje em dia por causa do défice e da dívida pública somos obrigados a enfrentar as medidas restritivas do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC).

Perder algo que julgávamos ter como um direito adquirido é injusto, mas Portugal e os portugueses têm vivido acima das suas possibilidades.

O dinheiro da “Europa” e a política do betão, não conseguiram o milagre esperado para este País.

Portugal e a maioria dos portugueses mais uma vez terão que fazer sacrifícios.

No entanto é importante, que as medidas restritivas preconizadas no PEC sejam credíveis e que possam devolver a confiança dos mercados financeiros e instituições internacionais para que Portugal possa escapar ao destino dum País como a Grécia.

 

No Concelho de Viana do Alentejo as comemorações do 25 de Abril de 2010, têm um sentimento diferente. Em resultado das Eleições Autárquicas de Outubro de 2009 o Partido Socialista e o Movimento Unidos pelo Concelho de Viana do Alentejo – Uma Nova Esperança, derrotaram a CDU há 16 anos à frente dos destinos desta Autarquia.

A 25 de Abril de 2009 com a CDU liderada por Estêvão Pereira, então Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, o tom dos discursos era o de sempre:

- todo o mal que acontecia neste Concelho era do Governo Central e do Partido Socialista.

 

Hoje, com o Presidente Bengalinha Pinto, os problemas deste Concelho que a CDU se lamentava de não poder resolver, atribuindo a culpa ao Governo do Partido Socialista estão a ser resolvidos ou, encontram-se bem encaminhados para uma resolução que venha de encontro aos interesses desta Autarquia.

Hoje com o Presidente Bengalinha Pinto temos a certeza que seja qual for o partido político que estiver no Governo Central, esta autarquia irá trabalhar e cooperar com o objectivo de ultrapassar a pesada herança legada pela CDU que em 16 anos de poder autárquico, deixou o concelho subdesenvolvido e isolado do resto do Alentejo.

Antes de concluir esta intervenção feita em nome do Partido Socialista, aproveito a oportunidade para em público, esclarecer o meu pedido de renúncia ao mandato de vogal da Assembleia Municipal. Faço-o em consideração aos meus camaradas e amigos e aos eleitores que votaram não só no Partido Socialista, como também a todos aqueles que votaram pelo Movimento Unidos Pelo Concelho de Viana do Alentejo – Uma Nova Esperança, acreditando que irão conduzir este Concelho ao patamar de desenvolvimento a que todos aspiram.

 

É do conhecimento público que quando desempenhava funções de vereador no anterior mandato, por razões de saúde suspendi essas funções, regressando restabelecido e com forças suficientes para levar o mandato até ao fim e participar activamente na luta que conduziu à eleição do Bengalinha a Presidente desta autarquia e à vitória eleitoral do Partido Socialista e consequente derrota da CDU que há 16 anos exercia o seu poder absoluto no nosso Concelho.

São estas mesmas razões de saúde que me levaram agora a tomar a decisão de me afastar da política activa considerando que a suspensão não é solução.

Alguns dirão que é uma solução radical mas esta é a minha forma de estar na vida: ou estou empenhado, ou, se não o posso fazer devo sair dando o lugar a quem seja mais válido e disponível para a luta.

 

Sou e serei sempre militante do Partido Socialista.

 

Estou e estarei por convicção ao lado do Presidente Bengalinha Pinto e do Movimento Unidos Pelo Concelho de Viana do Alentejo.

 

Viva o 25 de Abril.

Rui Gusmão

publicado por polvorosa às 13:11
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25
Abr 10

 

 

 

 

publicado por polvorosa às 11:01

 

 

 

  

 

publicado por polvorosa às 10:54

23
Abr 10

36 anos passaram desde o 25 de Abril de 1974. Após as utopias e sonhos de todos aqueles e aquelas que fizeram uma Revolução muito particular, sem mortes nem sangue, depois de mais de três décadas a viver um sistema político representativo com poderes divididos entre executivo, legislativo e judicial urge repensar o sistema político que ainda assim é o menos mau, tem falhas graves.

 

Não podemos dizer que os ideias de Abril foram plenamente alcançados, senão vejamos. Defendeu-se paz, pão, trabalho,democracia e liberdade. Em parte isto até foi conseguido, mas não podemos ficar satisfeitos quando mais de 10% da população está desempregada, a desigualdade de rendimentos entre ricos e pobres é demasiado elevada, cerca de 20% da população vive abaixo do limiar da pobreza, o insucesso escolar ainda é muito elevado, os cuidados de saúde não estão acessíveis a toda a gente, a justiça é extremamente lenta, a insegurança persiste em certos contextos, as reformas e pensões são pequeninas, a degradação ambiental, a cultura da corrupção alastrante devia ser erradicada.

 

Com Abril, o poder local foi uma das grandes conquistas, a participação das mulheres aumentou consideravelmente, os partidos políticos trouxeram mais mobilização, num primeiro momento. Agora vemos como as formas de participação se afastam cada vez mais dos partidos, as pessoas participam de forma diferente, acreditam em causas e valores, não acreditam tanto em instituições tradicionalistas, as novas tecnologias permitem mais interacção.

 

Velhos e novos, pessoas de todos os partidos, homens e mulheres, nacionais e imigrantes, todos têm de estar unidos num momento muito difícil da democracia portuguesa. A prioridade de todos os(as) portugueses(as) deve ser enfrentar a situação actual das contas públicas e da situação económica do país, com realismo e perseverança, todos têm de puxar a corda para o mesmo lado, mas por favor, não peçam os sacrifícios sempre aos mesmos.

publicado por polvorosa às 13:56
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Exmos. Srs.,


Vimos desta forma endereçar o presente convite para assistirem ao espectáculo que se realizará no próximo Sábado, às 22 horas, no Cine-Teatro de Viana do Alentejo, comemorativo do 25 de Abril e que contará com a actuação do grupo Contrabando e com a participação especial do Coro da Culartes. Contamos com a sua presença.


... traz outro amigo também !


Organização da Câmara Municipal de Viana do Alentejo  | entrada livre

CONTRABANDO ® Apartado 2046, 7001-901 Évora telm.: 962642018 contrabando.mail@sapo.pt


http://contrabando.com.sapo.pt/ | www.palcoprincipal.clix.pt | http://www.myspace.com/contrabandoonline | http://www.rrw.pt/contrabando

publicado por polvorosa às 13:37
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22
Abr 10

Sessão de Esclarecimento/formação sobre o Tratado de Lisboa

* Sexta-feira, 23 de Abril * 18 Horas Sessão aberta a toda a população e dinamizada por uma formadora do Centro de Informação Europeia Jaques Delors. Organização: Centro de novas oportunidades Terras Dentro

 


“Cartas a Uma Ditadura” * Sexta-feira, 23 de Abril * 21:30 Horas  País: Portugal, França Género: Documentário Realização Inês de Medeiros Duração: 60 min. Classificação: M/12 Sinopse: Documentário de Inês Medeiros que revisita a memória dos anos do salazarismo através do olhar e testemunho de várias mulheres, de diversos extractos sociais, que, em 1958, foram convidadas a manifestar o seu apoio a Salazar, em cartas laudatórias, a pretexto da primeira crise que abalou a ditadura, aquando da campanha do General Humberto Delgado. Desde as mais fervorosas defensoras do ditador até às mais comedidas ou simples, em quem a propaganda surtia outro tipo de efeito, "Cartas a uma Ditadura" desmonta o regime e as suas estratégias de perpetuação. (Informação retirada em: http://cinecartaz.publico.clix.pt/filme.asp?id=200094#)

 


 

“Contrabando” * Sábado, 24 de Abril * 22 Horas CONTRABANDO

 

 

Estilo musical: ALTERNATIVA País, cidade: PORTUGAL, Evora Editora: Ambiguae Edições Homepage: http://contrabando.com.sapo.pt Elementos: Carlos Menezes - Contrabaixo , Guitarra Baixo Henrique Lopes - Guitarra Eléctrica , Guitarra acústica , Outro Nuno Cabrita - Guitarra acústica , Voz Masculina Valter Passarinho - Percussão Luis Salgado - Bateria Rui Travasso - Clarinete , Saxofone Sub-Estilos: Acoustic , Ballad , Cult , National Folk Outras Influências: Fausto, Jose Mario Branco, Jose Afonso Contrabando é o nome dado a este grupo musical que orienta a sua intervenção pela revivência da música popular portuguesa, cuja sonoridade deverá surpreender pela novidade, através da apresentação de melodias originais, que redesenham as palavras de importantes autores da língua portuguesa, e ao mesmo tempo, pelo velho reconhecimento dos sons tradicionais. Fresta (2000) e coisas do ser e do mar (2008), são os títulos dos trabalhos editados por este grupo. O Contrabando, como projecto musical, juntou desde o seu início músicos que estabelecem e redefinem à sua maneira uma determinada continuidade no tempo dos instrumentos e sonoridades tradicionais, recriando, numa simbiose perfeita, contemporânea, através do recurso a melodias e esquemas de escrita originais, as palavras de autores como Camões, Fernando Pessoa, Agostinho da Silva, José Gomes Ferreira e outros. Intimamente ligados ao Alentejo, os músicos traduzem este facto numa incidência de ambiências, sons e instrumentos da região, como é o caso da utilização da viola campaniça. No entanto, num mundo global e actual, todo este legado é traduzido dentro da sua própria linguagem e das suas próprias circunstâncias, também globais, sendo assim, constantemente visitados todos os sons e locais privilegiados onde a música popular portuguesa se reencontra, no mundo. O material discográfico deste grupo resulta dessa fusão e pressupõe a sua audição como constatação dessas intenções subjacentes. A sua originalidade e a recuperação de instrumentos e sons tradicionais, determinam o virtuosismo e a oportunidade do seu trabalho, a razão da sua existência. Nesse imenso universo das artes, mágico e volátil, nesse incerto mundo dos sons, foram todos os músicos e técnicos envolvidos, todos os que directa ou indirectamente deram voz, cor e som a este trabalho, que geraram esta obra, dando e esperando o seu melhor. Eles são, quanto baste, a razão da sua própria existência e de todos os que n os inspiraram com a sua arte. (Informação retirada em: http://palcoprincipal.sapo.pt/contrabando)

 


 

“Sérgio Godinho” * Domingo, 25 de Abril * 17 Horas

 

Sérgio Godinho (Porto, 1945) é um poeta, compositor e intérprete de canções português. Além de autor, compositor e cantor é, um pouco à imagem do personagem da sua canção “O Homem dos 7 Instrumentos”, artisticamente multifacetado, sendo actor com diversas participações em filmes, séries televisivas e peças teatrais, dramaturgo, com assinatura de algumas peças de teatro e ainda realizador, entre outras actividades. (Informação retirada em: http://palcoprincipal.sapo.pt/bandasMain/sergio_godinho/sobre) Câmara Municipal de Viana do Alentejo

publicado por polvorosa às 13:32
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20
Abr 10
publicado por polvorosa às 13:30
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17
Abr 10
Por estes dias, a Igreja Católica anda agitada. Os escândalos sucedem-se, a pedofilia de membros do Vaticano está a provocar uma discussão gigantesca. A afirmação do número dois do Vaticano associando a homossexualidade à pedofilia é uma aberração, não faz sentido e cientificamente está provado que não é assim. A 12 e 13 de Maio, Portugal vai engalanar-se para as cerimónias religiosas, não entendo como foi dada tolerância de ponto aos funcionários públicos de Lisboa, Porto e Gaia, mas vai ser com certeza uma grande manifestação de fé e crença religiosa dos portugueses, numa altura difícil onde os valores são demasiadas vezes violados. Porém existe um clima muito negativo em redor de Bento XVI ou Joseph Alois Ratzinger, o silêncio não o favorece e as fugas em frente dos destacados do Vaticano são ainda piores do que o soneto. A Igreja está hoje numa outra encruzilhada, mas se pensarmos bem, sempre esteve e sempre superou as dificuldades.
publicado por polvorosa às 10:01
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