Azáfama; grande atividade; agitação; rebuliço.

08
Fev 14

No ano passado, Ministério tinha prometido substituir as coberturas de fibrocimento com amianto

 

 

 

Ainda há escolas com telhados com amianto, apesar de integrarem uma lista prioritária do Ministério da Educação que, no ano passado, prometeu substituir as coberturas de fibrocimento por conterem aquela substância cancerígena.

Em março do ano passado, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) anunciou um programa de remoção de placas de fibrocimento, tendo apresentado uma lista de 52 escolas prioritárias. Na altura, a intenção do MEC era ter as intervenções nestas escolas prioritárias concluídas até final das férias de verão.

A Lusa contactou alguns desses estabelecimentos e encontrou situações diversas, desde casos de substituições integrais dos telhados até histórias de diretores que ainda aguardam o arranque das obras.

A Escola Básica e Secundária Professor Mendes dos Remédios, no Alentejo, pertence ao grupo dos estabelecimentos onde ainda não aconteceu nada: «Fazemos parte da lista apresentada pelo ministério, mas não fomos alvo de nenhuma intervenção. Nunca ninguém nos veio visitar», contou à Lusa Teresa Mendes, sub-directora da escola frequentada por alunos do 5.º ao 12.º ano.

Também no Alentejo, a Básica Bernardim Ribeiro não teve ainda qualquer intervenção. Segundo a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), este estabelecimento em Évora está «todo coberto de amianto».

À Lusa, a Confap apontou ainda a Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, e a Escola Secundária Damião de Góis, em Alenquer, como outros dois exemplos sem obras, apesar de constarem da lista.

As coberturas em fibrocimento que contêm amianto devem ser removidas sempre que o material não está em bom estado, uma vez que o amianto é um material cancerígeno, proibido desde 2005.

O vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, disse à Lusa que fez uma ronda pela lista do MEC e encontrou um «pouco de tudo»: «Vi escolas que não tiveram qualquer intervenção. Vi escolas que foram parcialmente intervencionadas e escolas onde foi tudo substituído», contou à Lusa.

Entre os estabelecimentos com obras já realizadas, surge a Escola Básica 2/3 Gonçalo Nunes, em Barcelos, que é atualmente frequentada por 750 alunos, do 5.º ao 9.º ano.

«Foram feitas intervenções parciais nos passadiços de acesso aos pavilhões, mas o pavilhão gimnodesportivo, por exemplo, ainda tem os telhados de amianto», contou à Lusa Cassiano Silva, adjunto do diretor do estabelecimento de ensino.

Também existem escolas com o problema resolvido, como a Escola Secundária com 3º ciclo Adolfo Portela, em Águeda, ou o Agrupamento da Batalha.

Além dos 52 casos urgentes do MEC, Filinto Lima lembrou todos os outros estabelecimentos que ainda têm estruturas de fibrocimento. A escola qur dirige, por exemplo, foi uma das intervencionadas, «mas ficou metade por fazer».

Segundo o responsável da ANDAEP, o orçamento disponibilizado pelo MEC (27 mil euros) não era suficiente para substituir todas as telhas e, por isso, foram mudadas apenas as mais degradadas: «Agora temos zonas com telhados novos e zonas que ainda têm placas de fibrocimento. Optámos por mudar as que estavam mais velhas», explicou, garantindo que esta situação «mista se repete em muitos outros sítios».

Além das escolas a cargo do MEC, existem ainda os estabelecimentos de ensino do 1.º ciclo da responsabilidade das autarquias.

Só na Maia, por exemplo, Filinto Lima diz que a câmara municipal já se comprometeu a acabar com os telhados de fibrocimento das cerca de 100 escolas até ao final do ano letivo.

Até lá, as associações de pais vão tentando chamar a atenção dos governantes. O presidente da Federação Regional das Associações de Pais de Viseu (Frapviseu), Rui Martins, alertou para o caso da escola primária da Ribeira, que «tem mais de 400 alunos e telhados de fibrocimento, apesar de andar há vários anos a pedir obras».

Visto na página da tvi21

publicado por polvorosa às 18:42

02
Fev 14


Foi assinado na passada segunda-feira, na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), em Évora, o contrato de financiamento referente ao projeto de “Recuperação e Reutilização do Conjunto do Paço dos Henriques”, em Alcáçovas, avaliado em cerca de 2 Milhões. Um projeto há muito ambicionado pela população do concelho de Viana do Alentejo e da freguesia das Alcáçovas e que finalmente vai ser concretizado.

Com a aprovação da candidatura da Câmara Municipal ao INALENTEJO, o projeto será cofinanciado pelo FEFER, no âmbito do Programa Operacional do Alentejo, em 85%, cabendo ao Município de Viana do Alentejo o pagamento de cerca de 15% do valor total da obra.

O projeto arquitetónico consiste na recuperação, conservação e reutilização do Paço dos Henriques, constituído por 3 conjuntos patrimoniais – o Paço Residencial, a Capela de N.ª Sr.ª da Conceição e o Jardim das “Conchas” onde será recuperado o magnífico espólio de “embrechados” aí existente.

Para além da preservação e valorização do património arquitetónico e histórico do concelho de Viana do Alentejo e da freguesia de Alcáçovas, a recuperação do Paço dos Henriques disponibilizará um recurso cultural e turístico de inestimável valor para o desenvolvimento económico, cultural e patrimonial do Município e, em particular, da freguesia de Alcáçovas.

 

Visto na página do facebook do Município de Viana do Alentejo.

publicado por polvorosa às 11:35

18
Jan 14

Senhor Presidente da CMVA

Senhores Vereadores

Restantes Autarcas

Senhor Vice-Reitor da Universidade de Évora

Senhores Representantes das Entidades Convidadas

Estimados Munícipes

 

1- O Concelho de Viana assinala hoje o 116º aniversário da sua Restauração. Quero aproveitar esta comemoração para agradecer à população de Viana, de Alcáçovas e de Aguiar o reconhecimento que teve para com a equipa autárquica que durante os últimos 4 anos comandou os destinos do Concelho. Muito obrigado por se terem expressado de forma tão inequívoca no último ato eleitoral autárquico. Encaramos a confiança reforçada que nos deram, com uma responsabilidade também reforçada. Iremos colocar novamente ao serviço do Concelho o melhor de nós próprios, articulando o saber, com o saber fazer e o fazer fazer. É isto que prometemos e é isto que cumpriremos, tal como no mandato passado.

 

2- De lembrar que no contexto mais difícil desde que temos democracia em Portugal, fechámos o mandato com mais investimento, menos dívida e mais disponibilidades financeiras, do que quando o iniciámos. Milagre… dirão muitos com ironia. Não! Volto a relembrar, pois já o referi anteriormente em várias ocasiões, não foi milagre, foi simplesmente Boa Gestão. Uma gestão competente do executivo da Câmara e bem articulada com os outros órgãos autárquicos, nomeadamente a Assembleia Municipal e as Juntas de Freguesia. Em suma, soubemos fazer o nosso "ajustamento" com sucesso, alinhando rigor orçamental com decisões ponderadas e bem tomadas em termos de investimento autárquico, sem mais endividamento significativo.

 

3- Aliás, devo referir que a Administração Local, contrariamente ao Poder Central, tem conseguido fazer o seu "ajustamento" com sucesso, salvo exceções bem identificadas e já sobejamente conhecidas. E tudo num quadro macroeconómico caótico, marcado por reduções sucessivas das transferências financeiras do Orçamento de Estado para as autarquias, por acréscimos de competências oriundas da Administração Central e por uma gradual perda de autonomia decorrente de um alargado pacote de legislação recente.

 

4- Em minha opinião, estamos perante o maior ataque alguma vez feito pelo Poder Central à autonomia do Poder Local. Razão avançada pelo governo: a necessidade de equilíbrio das contas públicas e de redução do endividamento. A razão é boa, mas os resultados têm sido de fracasso em toda a linha. E não sou eu que o digo, é a constatação dos números:

- Défice orçamental anos sucessivos acima do previsto pelo próprio governo (apesar dos sacrifícios a que nos têm submetido… e sempre aos mesmos);

- Dívida pública a subir em vez de descer (em 2011 era de cerca de 108% do PIB e hoje é de 131%);

- Desemprego de 15,5%, consubstanciando a quarta taxa mais alta da União Europeia, apesar dos fortes fluxos de emigração, e com a taxa de desemprego jovem a rondar os 38%;

- Rendimento disponível das famílias em queda a pique;

- Acesso ao crédito por parte de empresas e particulares extremamente difícil;

- Degradação acentuada da proteção social.

 

5 – Tudo isto são evidências indesmentíveis. Dizem-nos que há sinais positivos (juros, exportações e outros indicadores). Efetivamente há, mas eles são muito ténues e frágeis. Não aguentarão o Orçamento de Estado para 2014, com mais um violento pacote de austeridade que vai tirar muitos milhões de euros à economia real, asfixiando-a. Atrevo-me a dizer também que grande parte desses 2

ténues sinais positivos que se vislumbram, mas que ainda não os sentimos na nossa vida do dia a dia, se devem às decisões de inconstitucionalidade declarada pelo Tribunal Constitucional (TC) a algumas medidas de austeridade que o Orçamento de 2013 continha. Prevejo até que o Orçamento de 2014 não fique por aqui e seja alvo de mais declarações de inconstitucionalidade por parte do TC.

 

6- Portugal precisa de abrir caminho para políticas de crescimento. É preciso que as políticas públicas sejam mais amigas e reconhecidas do esforço e sacrifícios feitos pelas pessoas. É preciso que o poder central descentralize poder e competências para as autarquias, mas fazendo acompanhar essa descentralização dos recursos financeiros necessários para que essas competências possam ser bem exercidas. E não é isso que vejo! Aliás, vejo precisamente o contrário. Enquanto as pessoas forem consideradas uma despesa, dificilmente haverá recuperação económica.

 

7- Por isso, um Governo que trata desta maneira as Pessoas, o Poder Local, a Saúde, a Educação e outros domínios âncoras da nossa sociedade, é um governo menor, que abusa sistematicamente da legitimidade que lhe foi conferida nas urnas. É um governo que está a desperdiçar investimento feito e a hipotecar as sementes do futuro. Por muito que se desmultiplique a dizer o contrário, os factos mais uma vez, infelizmente, acabarão por dar razão ao que estou a dizer.

 

8- Em suma, é nestas condições que vivemos hoje e é nestas condições que temos que enfrentar este mandato autárquico que agora se inicia. Mais uma vez nos sentimos preparados para enfrentar os desafios e para aproveitar criteriosamente as oportunidades que se nos depararem. Neste sentido, aproveito para informar que foi já neste mandato que o executivo da Câmara conseguiu um financiamento, de mais de um milhão de euros, para uma obra importante e que durante muitos e muitos anos era recorrentemente falada, mas que nunca passava das palavras. Connosco essa obra será, em breve, uma realidade no terreno: refiro-me à reabilitação do Palácio dos Henriques em Alcáçovas. Continuaremos, naturalmente, atentos a tudo neste contexto extraordinariamente difícil, no sentido de conseguirmos sempre o melhor para o nosso Concelho.

 

9- Quero terminar com um poema de Manuel Alegre, dedicado a um homem que, tenho a certeza, proporcionou muitos momentos de alegria à maioria da população do nosso Concelho, em tempos ainda mais difíceis que os atuais. Só Ele seria capaz de, numa época tão crispada como a atual, reunir o consenso total do nosso parlamento. Por isso, leio este poema que foi escrito para Ele e com isso lhe presto homenagem nesta sessão solene:

 

Havia nele a máxima tensão.

Como um clássico ordenava a própria força,

Sabia a contenção e era explosão,

Havia nele o touro e havia corça.

 

Não era só instinto, era ciência,

Magia e teoria já só prática.

Havia nele a arte e a inteligência

Do puro jogo e sua matemática.

 

Buscava o golo mais que golo: só palavra.

Abstração. Ponto no espaço. Teorema.

Despido do supérfluo rematava

E então não era golo: era poema.

 

Toda a gente já o identificou, obviamente: Eusébio da Silva Ferreira

 

Consensual para o povo mas que, ainda assim, alguma elite de direita despida de senso e arrogante, e também uma certa esquerda erudita e presunçosa, teve o desplante de tentar argumentos de banalização, de penúria financeira e/ou cultural para, inicialmente, tentar obstaculizar a sua ida para o Panteão Nacional. A esses respondo: fez mais o pé direito de Eusébio por Portugal que todos eles juntos de corpo inteiro. Eusébio escrevia poemas e fazia autenticas obras de arte, com os pés. Era genial. Único. Foi isso que o tornou universal e eterno. Para além de ser um homem bom e humilde. Quem não percebe isto, não percebe Portugal.

 

Bem hajam!

A bem do Concelho de Viana do Alentejo!

Muito obrigado.

publicado por polvorosa às 13:11

27
Dez 13
publicado por polvorosa às 19:56
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17
Out 13

Bruto da Costa acusa o Governo de “abuso do poder” e diz esperar que Tribunal Constitucional trave alguns dos cortes propostos no Orçamento do Estado para 2014.

 

 

Uma “calamidade moral” é como o presidente da Comissão Nacional de Justiça e Paz, Alfredo Bruto da Costa, qualifica as actuais políticas económicas em Portugal. “Não podemos fazer sofrer um povo sem nenhuma contrapartida. E o que vemos é que as políticas estão a falhar de forma persistente, o que é um problema grave com implicações morais evidentes”, declarou.

Neste Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, o sociólogo acusa o Governo de estar a violar “um princípio básico da Segurança Social contributiva”. E diz-se com esperança que o Tribunal Constitucional venha a pôr um travão nos cortes consagrados na proposta de Orçamento do Estado para 2014, nomeadamente no que toca aos cortes nas pensões.

“Estamos perante um governo que, unilateralmente e por vias retroactivas, está a querer passar um pano por cima de um contrato onde há duas partes, em que uma se sobrepõe à outra”, acusa, para declarar que este é “um exemplo claro de abuso do poder”.

O sociólogo acusa ainda o Governo de andar “propositadamente distraído” com a pobreza em Portugal. “O Governo fala em limites de 600 euros [para os cortes salariais na função pública] como se esses 600 euros suportassem apenas as despesas de uma pessoa! O Governo sabe em quantos casos os 600 euros alimentam a pessoa, mais os filhos e mais os netos?”, critica.

Relativamente aos indicadores estatísticos, Bruto da Costa diz-se espantado e considera “inaceitável” que o Governo não tenha criado mecanismos para conseguir ter “uma ideia mais consistente” da pobreza em Portugal. Os indicadores mais recentes são de 2011. Além de desactualizados, seria necessário que estes tivessem em conta as alterações no rendimento mediano disponível, já que o limiar de pobreza se fixa nos 60% da mediana de rendimentos.

“Baixando o valor da mediana, baixa também o limiar de pobreza, ou seja, poderemos ter aqui um abaixamento estatístico da pobreza que está muito longe de traduzir o que realmente se passa na sociedade portuguesa”, alerta.

 

Visto na página eletrónica do Jornal Público.

publicado por polvorosa às 23:26

12
Out 13

Deputados eleitos pelo círculos de Setúbal, Braga e Portalegre consideram que a medida será um "rude golpe" e pediram à ministra Maria Albuquerque que enuncie os critérios e estudos em que se baseia a pretensão do Governo.

 

 

O PS quer explicações de Maria Luís Albuquerque sobre a intenção encerrar centenas de repartições de Finanças, que, a confirmar-se, "será mais um rude golpe" contra os cidadãos.  

Os deputados eleitos pelo círculos de Setúbal, Braga e Portalegre "questionaram a ministra sobre a confirmação desta pretensão, bem como sobre os critérios e estudos em que se baseia", lê-se numa mensagem publicada hoje no facebook do partido.

Foi o ex-líder do PSD, Marques Mendes, que anunciou sábado passado no seu habitual comentário no Jornal da Noite, na SIC, sábado passado, que o Executivo de Passos Coelho se preparava para dar seguimento à medida desenhada pela troika.

A intenção do fecho já foi "reafirmada" pelo Sindicato dos Trabalhadores de Impostos, sublinha o PS. A confirmar-se 'oficialmente', "esta situação configura para os parlamentares socialistas uma demonstração clara que o governo do PSD/CDS-PP, ao mesmo tempo que deixa vazios os bolsos e a esperança dos portugueses, condimenta o pacote com mais encerramentos de serviços públicos sempre negados na recente campanha eleitoral."

"Continuam o caminho da destruição do Estado Social, abandonando a generalidade dos portugueses e, em particular, os mais vulneráveis", acusa ainda o PS, considerando que o encerramento "será mais um rude golpe" contra os portugueses "retirando-lhes serviços de proximidade, e deixando-os sem resposta aceitavelmente próxima", como "tem vindo a fazer" em áreas como a justiça, saúde e educação.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ps-questiona-ministra-sobre-fecho-de-reparticoes-de-financas=f835355#ixzz2hWelXbjN

 

publicado por polvorosa às 17:26
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27
Set 13

 

publicado por polvorosa às 23:23

26
Set 13

 

1º Os nomes propostos pela CDU para a Junta de Freguesia de Aguiar já estão gastos, tiveram até agora no poder e chegaram ao seu limite por cansaço e desgaste. É o regresso ao passado, os candidatos propostos desta força política são sempre os mesmos nestas lides, já chega!

 

2º O comportamento da CDU com o Zé Xico Rato e com a Rosinda não foi nada positivo, não se trata assim pessoas que estiveram dispostas a colaborar no desenvolvimento da freguesia de Aguiar e consequentemente do concelho de Viana do Alentejo. No mínimo, o comité da CDU cometeu uma deslealdade e injustiça com estas pessoas, para não lhe chamar outra coisa e esse comportamento negativo deve traduzir-se no voto em urna.

 

3º Mesmo para os cidadãos que não gostem da sigla PS, ou porque são da CDU, independentes ou de outro partido qualquer, têm agora uma oportunidade de no próximo domingo esquecer as cores partidárias porque estas são eleições locais, os candidatos estão mais perto de nós, é possível fazer escolhas com base nos programas e pessoas apresentadas. Assim, votem na equipa do Alexandre que tem uma ideia de progresso para a nossa freguesia, é um homem de acção e tem uma equipa bastante dinâmica a apoiar.

 

4º Esta na altura de deixar apenas de dizer mal e passar à ação, a Câmara Municipal têm projectos concretos para Aguiar como o Pavilhão Multiusos e outros, é o momento da freguesia de Aguiar ter equipamentos à altura para o crescimento demográfico que evidencia.

 

Por estas razões, no próximo domingo, faça como eu, vote PS.

publicado por polvorosa às 19:03

20
Set 13


by Luís Pedro Morais
publicado por polvorosa às 19:31

18
Set 13

 

 

Algumas belas fotografias do novo Centro Escolar de Viana do Alentejo podem ser vistas aqui no blog vizinho "Na ante-câmara".

publicado por polvorosa às 00:08

17
Set 13

 

 

PROGRAMA

FEIRA D'AIRES 2013

 

20| Sexta-feira

21h00| Inauguração oficial da feira

 

22h00| Danças do Concelho « Tenda da Gastronomia
   - Classe de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo

 

23h30| Concerto Expensive Soul » Tenda dos Espetáculos
    (Apoio: Juntas de Freguesia do Concelho; Patrocínio: Crédito Agrícola)


21| Sábado

13h00| Animação Musical: Jorge Machado

 

16h00| Cante da Terra » Tenda da  Gastronomia
  - Grupo Coral e Etnográfico de Viana do Alentejo

    | Cante Vizinho » Tenda da  Gastronomia
 - Grupo Coral "As Cantadeiras da Alma Alentejana" (Almada)

17h00| Garraiada (Org.: Classe de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo)

 

21h30| Danças do Concelho « Tenda da Gastronomia
 - Classe de Dança da Associação Cultural e Recreativa Alcaçovense

22h00| Concerto com Rita Guerra » Tenda dos Espetáculos


22|Domingo

7h00| Grande Prémio Feira D'Aires em Pesca Desportiva » Barragem de Alvito - Monte das Torres
(Org.: Clube Amadores de Pesca de Viana do Alentejo)

13h00| Animação Musical: Grupo de Cavaquinhos "Sons de Évora"

15h00| Cante da Terra » Tenda da Gastronomia
  - Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo
  - Grupo Coral "Velha Guarda" de Viana do Alentejo

16h00| Corrida de Touros
  Cavaleiros: Luís Rouxinol, Marcos Bastinhas e Tiago Carreiras 
  Forcados: Grupo de Forcados Amadores de S. Manços e Moura
  Touros da Ganadaria Santiago
  (Org.: Classe de Dança da Associação Equestre de Viana do Alentejo)

 

18h00| IV Festival de Folclore Feira D'Aires » Tenda da Gastronomia
 -  Rancho Folclórico da Casa do Povo de Rio de Moinhos (Abrantes)
 - Rancho Folclórico "Saloios de D. Maria" (Sintra)
 -  Rancho Folclórico Flor do Alto Alentejo (Évora)

21h30| Danças do Concelho « Tenda da Gastronomia
 - Grupo de Sevilhanas e Flamenco "Las Palomas y Las Palomitas" de Viana do Alentejo


23| Segunda-feira

21h30| Animação Musical: Grupo de Cantares Populares "Seara Nova"

22h00| Espetáculo de Fado com Camané, com a participação de José Gonçalez e João Rosado e apresentação de José Carlos Malato » Tenda dos Espetáculos

publicado por polvorosa às 23:58

13
Set 13

Dezanove concelhos dos distritos de Évora, Portalegre, Coimbra, Guarda, Viseu, Leiria, Santarém e Vila Real foram abrangidos pelo Programa Contratos Locais de Desenvolvimento Social+, que visa combater o desemprego e a “pobreza crítica”, informa hoje o Diário da República (DRE).

 

Programa Contratos Locais abrange mais 19 concelhos 
 
O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, estimou, em abril, conseguir criar 400 postos de trabalho com os novos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS), para os quais, no total, existe uma verba de cerca de 20 milhões de euros.

Os CLDS+ visam aumentar a empregabilidade, combater a “pobreza crítica”, garantindo “uma maior proteção” às crianças, aos jovens e aos idosos, apostando num “superior desenvolvimento local e na concretização de medidas que promovam a inclusão ativa das pessoas com deficiência e incapacidade”.

Um despacho do secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Agostinho Branquinho, publicado hoje no DRE, determina o conjunto do segundo grupo de territórios abrangidos pelo CLDS+.

Assim, passam a fazer parte do programa os concelhos de Montemor-o-Novo, Viana do Alentejo, Mourão, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Penela, Lousã, Fornos de Algodres, Sabugal, Vila Nova Foz Coa, Pedrógão Grande, Aviz, Monforte, Coruche, Ribeira de Pena, Tondela, Penalva do Castelo, São Pedro Sul e Resende.

O montante global da dotação orçamental afeta a estes territórios, ao longo do período de execução (18 meses), é de cerca de 5,6 milhões de euros, dos quais cerca de 3,1 milhões de euros são verbas financiadas pela Fundo Social Europeu (FSE), 1,2 milhões correspondem a financiamento da Contrapartida Pública Nacional (CPN) e 1,2 milhões são provenientes dos jogos sociais.

Criados em 2007, a primeira vaga de Contratos Locais de Desenvolvimento Social vigorou entre 2010 e 2012, após um primeiro projeto-piloto.

Devido “ao longo do processo a que Portugal se obrigou no âmbito do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro, os instrumentos de política social têm sido ajustados às concretas necessidades das pessoas e dos territórios, sendo capazes de acompanhar os desafios sociais atuais”, refere o despacho, que entra hoje em vigor.

Nesse sentido, o Governo alargou o Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social, gerando uma nova vaga de CLDS.

“Enquanto instrumentos de política social, os CLDS+ surgem agora mais focalizados para os problemas sociais com que a sociedade portuguesa se deparou no período de ajustamento económico e financeiro”, salienta o DRE.

Apesar de manter “especial atenção” nos territórios envelhecidos e “fortemente atingidos por calamidades”, o “foco de ação” dos CLDS+ passa a ter como “preocupação nuclear” os concelhos “especialmente afetados pelo desemprego e com os territórios marcados por situações críticas de pobreza, em especial a pobreza infantil”.

Os contratos são celebrados pelo prazo de 18 meses, tendo como limite máximo de duração o dia 30 de junho de 2015.

 

Visto na página eletrónica de Notícias ao Minuto.

publicado por polvorosa às 23:07

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